Ernesto

Conversar com crianças sobre emoções deveria ser tão natural quanto assegurar a vacinação, recomendar que se beba bastante água ou desenvolver o hábito de lavar as mãos antes das refeições. Mas, justamente por não ser incentivado, falar de raiva, tristeza, egoísmo, ódio, ressentimento, inveja ou empatia, por exemplo, não é das missões mais simples.

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Compreendendo os pais adotivos – Luiz Schettini Filho

Só a consciência do significado da maternidade-paternidade vai proporcionar o ambiente de aprofundamento da relação filial adotiva. Essa consciência implica a incorporação do filho, como expressão da internalização do desejo e da decisão de tê-lo, o que não pode, simplesmente, ser conquistado como o preenchimento de uma necessidade circunstancial. Incorporar o filho significa ele “entrar no corpo para sair do corpo” como se fosse a simbolização do processo fisiológico de reproduzir: fecundar-gestar-parir.

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