Alegria de reconhecimento como gravidez, diz casal homoafetivo.

“Foi como uma mulher abrir um exame e descobrir que está grávida.” É desta forma que o cabeleireiro Vasco Pedro da Gama Filho, de 35 anos, explica a felicidade de retirar na terça-feira (22) a certidão de nascimento da filha Theodora, de cinco anos, onde constam o nome de Vasco e do também cabeleireiro Júnior de Carvalho, de 42 anos, como pais.

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As dificuldades e as alegrias dos casais que superam a discriminação

“Se todos tivessem a oportunidade de conviver com portadores de necessidades especiais, aprenderiam a valorizar coisas que normalmente nem percebemos, como andar, falar, enxergar, ouvir e pensar. Hoje, vejo quanto aprendi com o Pedro. Minha lição maior foi encarar o mundo e ver que a vida nem sempre será perfeita”

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Adoção sem barreiras

“Nas primeiras semanas, meu filho me chamava de tia e eu sentia dificuldade para dizer coisas como vem com a mamãe”. Isso foi há quase dois anos. Desde então, tudo melhorou, nós dois relaxamos. Um dia, em um consultório médico, a secretária perguntou o nome do pai dele para pôr na ficha. Respondi que ele não tinha pai. Thiago entrou na conversa todo animado e deu um susto na moça: “Sabe por que eu não tenho pai? Porque fui adotado”.

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“Desde os primeiros contatos, eles já me chamaram de pai”

O ditado popular já diz: “Pai é aquele que cria”. O primeiro Dia dos Pais de José Heleno Ferreira provavelmente será inesquecível. O professor, de 41 anos, venceu três dos maiores obstáculos de uma adoção. Solteiro, ele adotou três irmãos com idade em que a adoção já fica mais difícil e de etnia diferente da sua. Hoje, é chamado de pai por Letícia, de sete anos, Lucas, de cinco, e Túlio, de quatro.

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